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Hoje é o dia de voltar a ser feliz


Olá pessoal!!
Voltar a ser feliz pode se tornar um desafio, por causa das responsabilidades e por viver no “piloto automático”; às vezes, problemas cotidianos se tornam protagonistas de nossa vida.
De repente, esquecemo-nos de aproveitar, começamos a adiar o que desejamos fazer e apenas nos movemos por inércia.
É fácil nos deixarmos levar por essa vida em que todos os dias são iguais, em que parecemos peixes que mordemos a isca e para os quais a mera ideia de sair de nossa “zona de conforto” nos aterroriza. 
Voltar a ser feliz começa pelo presente
Somos conscientes do quanto ignoramos o presente? Nossa mente divaga de maneira constante pelo passado ou pelo futuro e, às vezes, gera sensações de ansiedade ou de preocupação que não nos trazem nada de bom.
Passamos tanto tempo acostumados a essa inércia que se torna muito complicado estar no aqui e agora.
Na verdade, se alguma vez tentamos praticar o mindfullness, ioga ou meditação, vivenciamos um nervosismo incontrolável de quem não é capaz de deixar de pensar, de começar a sentir, de se focar no momento presente.
Muitas vezes, achamos que é uma perda de tempo nos centrarmos no agora. No entanto, manter nossa mente ocupada por pensamentos inúteis não serve de nada.
Um excesso de ideias preocupantes, de responsabilidades, culpas e arrependimentos, pensamentos ruminantes, fazem com que nos esgotemos, que gastemos mal nossa energia.
Voltar a ser feliz não é complicado, desde que tomemos isso como o primeiro passo apenas. O mais importante, ao que dedicaremos mais tempo.
O presente é o princípio do equilíbrio, da alegria e da felicidade.
Hoje é um dia importante
Hoje é um dia importante para voltar a ser feliz, portanto, não o desperdicemos naquilo que torna a existência mais complicada.
Por que continuamos dando desculpas para não fazer o que desejamos hoje mesmo? E se amanhã tudo terminasse para nós?
Acreditamos que a vida é longa, mas isso pode não ser verdade e, no momento mais inesperado, nos surpreendemos com o contrário.
Às vezes, adiamos coisas que queremos fazer, enquanto priorizamos outras. É verdade que temos responsabilidades, mas também temos o direito de aproveitar a vida.
O equilíbrio é importante se queremos viver plenamente. Assim, devemos tocar todas essas áreas de nossa vida, na qual nos incluímos.
Nosso tempo, nosso ócio e nosso prazer.
Criamos desculpas porque “não é o momento”, ou “não posso me permitir”. Talvez, você possa, sim, mas pensa no amanhã, em acumular sem desfrutar.
Não estamos dizendo que desperdice dinheiro, mas sim que pense em utilizar uma pequena parte para si, em você. Porque você merece… sabia?
Recuperar o sorriso
Parece que o prazer está penalizado e, em troca, premia-se a angústia, os deveres, tudo aquilo que é “bem visto”.
Não nos estranha tanto que uma grande parte da população tenha depressão e, pelo contrário, nos perguntamos como algumas pessoas fazem para desfrutar tanto da vida; será que não trabalham?
Esses pensamentos limitam nossa maneira de viver e fazem com que voltar a ser feliz seja quase um sonho.
Recuperemos nosso sorriso. Se desejarmos ir ao cinema, reservemos um pouco de tempo para ir hoje mesmo! Não é uma bobagem, é o que queremos. Vamos nos fazer felizes.
Abandonemos essas ideias que nossa mente fica ruminando, que nos preocupam durante dias sobre algo que dissemos ou fizemos e que não tem solução, nem pode mudar. Aprendamos a soltar, a não nos agarrar.
Deixemos de estar no “piloto automático” e vamos saborear cada pequena coisa que já deixou de nos surpreender por ser uma constante em nosso dia a dia.
Vamos nos deleitar com o sabor da comida, nos esquecemos de focar nisso! Vamos nos fixar nas coisas que existem ao nosso redor, levantemos a cabeça, vamos olhar apenas para a frente.
Antes de ir, comece a aplicar isso: Hoje, decido não me amargurar por nada
Vamos nos dar conta do quanto estamos cegos e de como permitimos que a vida passe diante de nossos olhos como se não valesse nada.
Fonte: melhorcomsaude
Começamos a dar o valor que a vida merece? Hoje é o dia de voltar a ser feliz… ou vamos deixar para amanhã?

Saiba mais aqui!! 

A intuição vem da alma


Para Albert Einstein, a única percepção verdadeiramente importante era a intuição. Não é magia nem sedução, só essa sutil capacidade que nos faz inclinar a balança um pouco mais para um lado, ela que em pouco mais de dois segundos nos permite julgar se uma pessoa é confiável ou não. A intuição é a linguagem da alma guiada pelo caminho da experiência inconsciente escondida em nosso cérebro.
Apesar de existir uma extensa bibliografia que se aprofunde no sentido mais psicológico, puro e interessante da intuição, interessará a você saber que é também um tema muito estudado e analisado pela ciência. Tanto é assim que Howard Gardner, notável especialista nas teorias da mente, nos fala da necessidade de desenvolver um tipo de inteligência intuitiva, pelo meio da qual podemos ser mais receptivos ao nosso mundo interior. 
Nenhum marinheiro consulta um livro para saber enfrentar um oceano revolto, deixa-se levar por sua intuição, por essa voz interior que sabe ler os perigos e prever a melhor rota, a melhor estratégia. Essa que toma em pouquíssimos segundos…
Se o estudo da intuição se interessou por algo desde sempre é por ser esta uma estratégia que guia grande parte de nossas decisões cotidianas. Tomar um caminho e não outro, desconfiar de alguém, rejeitar uma oferta de trabalho, aceitar um projeto… Há quem medite muito sobre as coisas, outros, ao contrário, deixam-se levar por ela, pela intuição.
A intuição: o caminho do inconsciente para o mundo consciente
Ninguém pode nos garantir que por seguir nossa intuição vamos tomar as decisões mais acertadas. Não obstante, o que conseguiremos é um aspecto de igual importância: atuar de acordo com nossas essências, valores, emoções e julgamentos feitos de acordo com nossas experiências anteriores. Daremos um passo rumo ao adequado equilíbrio interior.
“Duvido que algum dia um computador ou um robô tenha uma intuição igual a do intelecto humano.” -Isaac Asimov-
Um dos mais entendidos nesta matéria é o sociológico e ensaísta Malcolm Galdwell. Através de seus muitos estudos ele nos demonstra como agentes de bolsa, médicos, psicólogos, publicitários, mecânicos ou donas de casa são capazes de tomar decisões certas em poucos segundos. Estamos então diante de um tipo de poder que vai mais além das capacidades psíquicas ordinárias? De jeito nenhum, vamos explicar a seguir o que se passa.
Características essenciais da intuição
A intuição faz parte do que é conhecido como inconsciente adaptativo. Cada coisa aprendida, sentida, interiorizada, pensada e experimentada cria um poço de sabedoria única e particular que nos define. É nossa essência, é um capital mental que usamos quase sem nos darmos conta dele a cada dia.
O poder da pessoa intuitiva reside em saber usar esse capital como canalizador. O bom intuitivo saberá separar todos os galhos do bosque para encontrar o caminho diante da encruzilhada. Porque decidir, no final, é a arte de descartar, e acreditemos ou não, a intuição é uma ferramenta formidável para isso.
Como desenvolver nossa inteligência intuitiva
Antes de saber como podemos potencializar nossa inteligência intuitiva, é possível que você se pergunte por que deveríamos fazê-lo e qual a utilidade que essa inteligência tem. Bem, para isso temos que lembrar como funciona a inteligência tradicional, que faz uso da reflexão e do processamento mais lógico. 
Graças a Howard Gardner sabemos que existem muitos tipos de inteligência e que todas são igualmente úteis. A inteligência intuitiva, por sua vez, vai nos permitir aflorar nossa consciência e nossas emoções para podermos tomar decisões mais rápidas, ou nos permitir dispor desse outro tipo de informação mais íntima nossa, para poder contrastá-la com um ponto de vista mais racional e convergente.
 

Dicas para desenvolver a inteligência intuitiva
A intuição é mais sentida do que pensada. Por isso, é preciso saber escutar nossas emoções, entender o que acontece em nosso mundo interior para encontrar a calma e o equilíbrio.
Daniel Goleman, por exemplo, diz que uma vez que consigamos controlar e entender nossas emoções, nos permitiremos pensar “em Zen”, ou seja, alcançar um estado mental de calma profunda para sermos mais receptivos ao nosso interior e também ao nosso entorno.
As mensagens que a intuição costuma nos enviar são às vezes bastante complexas: sensações, formas, palavras… Temos que saber interpretá-las. Quanto mais liberdade damos à mente, sem preconceitos e barreiras, mais nossa intuição aflorará.
Para concluir, a inteligência intuitiva pode ser treinada a cada dia, sempre e quando nos permitamos ser mais livres de pensamento e também receptivos a nossas emoções. A intuição não é só uma coisa de mulheres; todos os seres humanos dispõem dessas rajadas de luz mental, dessas sensações do coração que nos guiam para uma opção muito mais concreta e, no fim, muito mais acertada. Vale a pena nos deixar guiar por elas, por essa linguagem tão especial…  
Fonte: A mente é maravilhosa

Saiba mais aqui:

11 conselhos para as pessoas ansiosas


Você provavelmente já viu uma frase de Augusto Cury em algum lugar ou já se deparou com algum livro dele em uma estante destacada de livraria.
Augusto Cury é psiquiatra, professor e escritor. Seus escritos são obras-primas que iluminam a vida de todos nós, guiando-nos através de meios mais positivos de pensar e agir. Suas obras já foram publicadas em mais de 70 países e mais de 25 milhões de livros foram vendidos apenas no Brasil.
Augusto Cury tem 11 conselhos para as pessoas ansiosas.
Se você for ou conhecer alguém que sofre dessa condição, confira as 11 dicas abaixo e coloque-as em prática para melhorar sua qualidade de vida.
1. Incorpore os exercícios físicos em sua rotina
Esse tema é repetitivo, quando se fala em qualidade de vida, mas por uma boa razão. Além de nos ajudarem a emagrecer, ganhar disposição e ânimo em nossas rotinas, os exercícios físicos nos possibilitam a liberar endorfina, os famosos neurotransmissores que nos ajudam a liberar o estresse e aumentar os sentimentos de prazer. 
2. Seja consciente sobre a quantidade de informações que você absorve
Quando focamos em informações demais, esse grande acúmulo não é perdido. Ele se armazena, involuntariamente, em nossas mentes através de um fenômeno conhecido como Registro Automático da Memória (RAM). Todo esse excesso de informações transforma nossas mentes em um certo depósito, o que pode contribuir para hiperatividade e falta de desejo ou vontade de descanso.
3. Mantenha seu senso de competição saudável
É cada vez mais comum o desejo de ser bem-sucedido a qualquer custo. Movidas por esse estímulo, as pessoas agem precipitadamente e sem sabedoria, o que destrói relacionamentos e nos torna, pouco a pouco, reféns do dinheiro, da fama, da família perfeita, da aparência incomparável. Nunca se esqueça de que tudo está em constante mudança, possivelmente sua situação atual não será a mesma para sempre, não importa se é boa ou ruim. Saiba que tanto o seu sucesso ou fracasso não são eternos e trabalhe todos os dias para se tornar uma pessoa melhor.
Veja também 11 Sintomas físicos de depressão ansiosa

4. Aprenda a utilizar a técnica DCD
DCD significa duvide, critique e determine. Essa é uma técnica de comportamento que tem o seguinte princípio: Duvide de tudo aquilo que controla a sua emoção e conspira contra a sua vida. Critique cada pensamento negativo. Critique seu conformismo e reflita sobre as causas de seus conflitos. Tudo são escolhas. Decida mudar de vida, tornar-se uma pessoa mais feliz e grata. Alinhe suas emoções com a realidade que você deseja manifestar e esteja sempre pronto para viver novas experiências. Participe de sua vida atentamente!
5. Use a tecnologia conscientemente
As novas tecnologias, principalmente com o uso da internet, estão mudando nossas vidas diariamente, trazendo mais praticidade e rapidez. No entanto, também há seus lados negativos, a comunicação está se tornando superficial. Por mais que possamos nos comunicar com pessoas de basicamente qualquer lugar do mundo, isso nos afasta cada vez mais daqueles que estão próximos e que, muitas vezes, são os que verdadeiramente querem o nosso bem. Para ganhar perspectiva sobre sua vida, afaste-se da internet por um tempo e foque em como seus comportamentos e relacionamentos o ajudam a ser alguém melhor.
6. Entenda que os problemas são uma constante 
Não importa quão boa seja nossa qualidade de vida, sempre enfrentaremos algum problema, de qualquer natureza. Ao invés de reclamar quando uma dificuldade se apresentar em seu caminho, foque em resolver a questão e aprender a lição que a acompanha para ganhar sabedoria de vida.
7. Adquira o hábito de documentar suas preocupações em um papel
Quando escrevemos nossas preocupações em um papel, nosso cérebro entende que elas foram transferidas para um outro o processo de descanso do cérebro, diminui os níveis de ansiedade e acalma a ansiedade emocional.
8. Leia diariamente
A leitura pacífica é uma estratégia para evitar a formação de pensamentos negativos, despertando descanso e relaxamento em nossas mentes. Quando fazemos dessa prática um hábito diário, diminuímos os nossos níveis de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse.
Veja também Os riscos de silenciar as emoções

9. Medite
A meditação é uma prática indispensável para todas as pessoas que desejam melhorar suas vidas. Isso porque ela nos torna pessoas mais abertas, conscientes, concentradas, focadas, relaxadas e motivadas para enfrentarmos cada novo dia.
10. Fique longe de pensamentos negativos
Quando estamos tristes ou decepcionados, parece impossível voltarmos nossa atenção para as coisas boas e o lado positivo de nosso sofrimento. No entanto, focarmos em coisas boas, enquanto estamos tomados pela negatividade, ajuda-nos  a seguir em caminho mais consciente.
11. Esteja aberto para perdoar
As mágoas e rancores que guardamos de alguma pessoa ou situação apenas nos colocam para baixo e nos afastam de uma vida completa e feliz, além de nos deixarem exaustos e limitados. Perdoar, no entanto, acalma nossas mentes e espírito e nos liberta para uma existência mais significativa.
Fonte: osegredo

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Os riscos de silenciar as emoções


“Quem engole muito no final se afoga”, diz um velho ditado que provavelmente você já ouviu em algum momento.
Freud também nos advertiu sobre os perigos de silenciar os sentimentos dizendo: “As emoções reprimidas nunca morrem. São enterradas vivas e saem mais tarde da pior forma”.
Na verdade, às vezes, a sabedoria popular encontra um apoio na ciência. Em certos casos, reprimir nossos sentimentos e pensamentos, por medo de ofender outros ou ser vulneráveis, podem acabar causando danos a nós mesmos. As emoções que se acumulam prejudicam-nos em silêncio, tornam-se fantasmas que danificam nosso corpo e nossa mente.
Se você não expressar o que sente, não poderá se defender
Se você não expressar seu desconforto, é provável que a pessoa que está machucando você não esteja plenamente consciente das conseqüências de suas palavras ou atitudes sobre você. Muitas vezes esperamos que os outros percebem o que estamos passando, que adivinhem nossos sentimentos e pensamentos.
Aqueles ao nosso redor não são adivinhadores, embora seja verdade que eles possam perceber algumas coisas, às vezes estão muito ocupados para notar o impacto negativo que suas palavras ou comportamentos têm. Portanto, cabe a nós observar que eles estão nos causando mal. Devemos encontrar um equilíbrio entre os momentos em que é mais sensato calar-se e aqueles em que é necessário falar para defender nossas necessidades e proteger o nosso equilíbrio emocional.
Emoções reprimidas tornam-se problemas psicossomáticos
A mente e o corpo formam uma unidade, por isso não é estranho que emoções e sentimentos reprimidos acabem se expressando por problemas psicossomáticos.
Um estudo muito interessante realizado na Universidade de Aalto revelou que emoções diferentes afetam nosso corpo, gerando diferentes reações. A raiva contida, por exemplo, tem sido associada com o dobro do risco de sofrer um ataque cardíaco, o que não é estranho, porque se você olhar a figura abaixo, você pode ver que as manifestações de raiva se concentram na parte superior do corpo.

Também é sabido que o estresse desencadeia a produção de cortisol, um hormônio que gera processos inflamatórios que são muito prejudiciais para as células do nosso corpo e que estão na base de doenças tão graves como o câncer.
Na verdade, um estudo clássico realizado na Universidade de Stanford revelou que as pessoas com tendência a reprimir suas emoções, classificadas como “personalidades repressivas”, reagem com uma maior ativação fisiológica em situações desafiadoras do que pessoas que sofrem de ansiedade.
Em geral, as pessoas com tendência a silenciar seus sentimentos têm maior risco de surgirem sob a forma de sintomas psicossomáticos, que vão desde tensões musculares e dores de cabeça até problemas gastrointestinais, doenças dermatológicas. Quando a pessoa reprime tende a prejudicar a saúde.
Alívio emocional: expressar seus sentimentos é fundamental para o seu bem-estar
Durante muito tempo, foi considerado de mau gosto falar das emoções. Na verdade, quando crianças nos ensinaram que não devemos chorar ou ficar com raiva. Como resultado, muitos adultos nunca aprenderam a gerir de forma assertiva seus estados emocionais, eles simplesmente os reprimem.
Os neurocientistas da Universidade de Wisconsin após analisarem os cérebros de pacientes que desenvolveram uma “personalidade repressiva” concluiram que os mesmos funcionam de maneira relativamente diferente.
Na prática, mensagens perturbadoras levam muito mais tempo para passar de um hemisfério do cérebro para o outro. No entanto, o mesmo não ocorre com mensagens neutras ou positivas, que indica que é uma reação aprendida ao longo do tempo.
No entanto, o alívio emocional é fundamental para o nosso bem-estar psicológico e físico. Falar sobre como nos sentimos ou como os outros nos fazem sentir, sem medo, nos permitirá desenvolver relacionamentos interpessoais mais maduros e autênticos, enquanto nos ajudam a estabelecer limites saudáveis.
Limites saudáveis, como alcançá-los?
1. Esteja atento às suas emoções e à sua causa.
Se uma pessoa sempre reprimiu suas emoções, é provável que seja difícil para elas mergulhar nelas. Mesmo assim, é essencial que você aprenda a identificar o que sente, saiba diferenciar a raiva do ressentimento, por exemplo, e consiga detectar o que te faz sentir dessa maneira.
É um exercício profundo de auto-conhecimento para o qual você precisa expandir seu vocabulário emocional através desta lista de emoções e sentimentos.
2. Determine um limite.
Os limites não são negativos, pelo contrário, porque permitem que outras pessoas saibam até onde podem ir. Se você não coloca limites em suas relações interpessoais, provavelmente que outros acabem aproveitando da sua gentileza ou sua capacidade de apoiar tudo sem dizer nada, apertando a corda cada vez mais. É importante que esses limites garantam a satisfação de suas necessidades.
3. Dizer o que você acha sem precisar prejudicar os outros.
Defender seus direitos não implica prejudicar os outros. Você não precisa se tornar um “kamikaze” da verdade, mas fisicamente, ficar aguentando a crítica insalubre e os ataques de pessoas tóxicas só vão prejudicá-lo. O ideal é que você aprenda a dizer o que você pensa e sente em relação ao outro, mas assumindo uma posição firme.
4. Procure uma maneira assertiva de alívio emocional.
Você nem sempre pode dizer aos outros o que sente. No entanto, isso não significa que você deve silenciar essas emoções. Você pode dar uma saída através de técnicas como a cadeira vazia, na qual você imagina que a pessoa com a qual quer conversar está bem à sua frente.
No entanto, tenha cuidado porque os psicólogos da Universidade Estadual de Iowa descobriram que algumas maneiras de ventilar emoções podem ter o efeito oposto, o que faz você se sentir pior. A chave está em encontrar a maneira de praticar o alívio emocional de uma maneira que lhe permita recuperar o equilíbrio perdido, escapando do controle exercido por essas emoções do seu inconsciente.
Traduzido e adaptado pela Equipe Revista Bem Mais Mulher
Fonte: Rincon Psicologia
Pitaco: Não tenha medo de escutar sua própria voz, e muito menos que os outros também o façam. É algo tão necessário como respirar, como comer, dormir. A comunicação emocional é ideal para o nosso dia a dia, para estabelecer relações mais saudáveis com os demais e, logicamente, com nós mesmos. Pratique-o com sabedoria, cuide de si mesmo.