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5 frases de Albert Einstein sobre o crescimento pessoal

Olá pessoal!!
Todos nós conhecemos algumas frases de Albert Einstein, o cientista mais renomado do século XX. A sua grande contribuição para a ciência foi a teoria da relatividade, no entanto, apesar de ser um cientista, ele também nos deixou reflexões que podemos aproveitar para o nosso crescimento pessoal. Por essa razão, hoje mostraremos algumas frases de Albert Einstein que podem servir de inspiração.
Ele acabou se tornando um cientista reconhecido, mas dizem que Albert Einstein, não sabemos se é verdade ou não, não era considerado pelos seus professores como um aluno especialmente inteligente quando era criança. Tinha dificuldade para se expressar, para se relacionar com os outros, e demorou muito para falar (ele não falava até aos 3 anos de idade). Na adolescência, os seus problemas pioraram.
A verdade é que Albert Einstein não conseguia se encaixar no tipo de educação utilizado na época. Dizem que um professor, o Dr. Joseph Degenhart, lhe disse que nunca iria conseguir nada na vida. No entanto, apesar disso, Einstein conseguiu permanecer motivado e dar forma à teoria da relatividade. Essa mesma teoria que muitos tentaram desacreditar.
Frases de Albert Einstein que falam sobre o crescimento pessoal
Estas são algumas das frases de Albert Einstein, conclusões próprias que o ajudaram no seu crescimento pessoal.
1 – Duas maneiras de ver a vida
“Há duas maneiras de ver a vida: uma é acreditar que os milagres não existem, a outra é acreditar que tudo é um milagre”.
-Albert Einstein-
Esta é uma das frases de Albert Einstein que podem nos fazer repensar a nossa atitude em relação à vida. Nós nos consideramos vítimas de tudo o que nos acontece?Acreditamos que não temos a capacidade de influenciar o que nos acontece? Às vezes, o que percebemos como negativo nos angustia de tal forma que não conseguimos identificar as oportunidades que isto nos traz.
A sociedade atual contamina os nossos olhos com um filtro. Focamos na escassez, em vez da abundância. Por essa razão, precisamos adquirir ou comprar bens ou serviços que nos fizeram acreditar que estamos precisando. Para muitas pessoas é como se nunca, nem por um instante, nada seja suficiente. Desta forma, elas se sentem pobres, carentes. Uma sensação que, de alguma forma, todos nós já sentimos em algum momento da vida.
Adote uma nova perspectiva, aceitando a opinião que as outras pessoas têm sobre a vida. Em vez de negá-las, de rejeitá-las, vamos tentar ver as situações através de múltiplas perspectivas, até nos conscientizarmos de que nosso olhar pode fazer a diferença entre uma oportunidade adquirida ou perdida.
2 – Viver no piloto automático
“São poucos os que enxergam com os seus próprios olhos e sentem com os seus próprios corações”.
-Albert Einstein- 
Esta frase de Albert Einstein se refere a algo que muitos fazem: viver no piloto automático. As nossas crenças, a grande maioria aprendida/herdada, os nossos hábitos, os nossos padrões mentais e comportamentais direcionam a nossa vida. E dessa forma, permanecemos cegos.
É difícil sair desse modo automático. No entanto, há muitas atividades, como a meditação ou o mindfulness, que nos convidam a estar mais presentes, a nos afastarmos dessa maneira mecânica de viver e de nos comportarmos como robôs. É enriquecedor poder se conectar com o seu interior.
“Eu preciso estar disposto a abandonar o que sou para me tornar o que eu quero ser”.
-Albert Einstein-
3 – O perigo de não fazer nada
“Loucura é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.
-Albert Einstein-
De que adianta tropeçar sempre na mesma pedra? Esperamos que as coisas mudem sem que modifiquemos os nossos hábitos, as nossas atitudes, sem amadurecer… É como se atribuíssemos a responsabilidade pelo que não acontece a uma força superior. Talvez a boa ou a má sorte, talvez a culpa seja dos outros.
Muitas vezes as pessoas ficam presas na queixa e na vitimização, dizendo coisas como: “Eu não gosto do meu trabalho, mas não consigo encontrar outro” ou “Sei que o meu parceiro vai mudar, eu vou conseguir mudá-lo”. Isso, como disse Albert Einstein, é uma loucura!
Para começar a ver resultados diferentes, temos que fazer mudanças em nós. Mexa-se, saia da sua nossa zona de conforto, aja, mas não fique parado. É difícil obter resultados diferentes repetindo sempre o mesmo padrão de comportamento.
4 – O fracasso é parar de tentar
“Você não é um fracassado enquanto não parar de tentar”.
-Albert Einstein-
Esta quarta frase de Albert Einstein nos permite refletir sobre o que acreditávamos que era correto por tanto tempo. Os fracassos não são motivo para “jogar a toalha”, porque você pode aprender muito com eles. Os fracassos são aprendizados, e vê-los dessa forma nos permite avançar.
Muitas pessoas acreditam que o fracasso é aquele sinal que marca o momento de se render, de pensar que “isso não é para mim”. Se Albert Einstein tivesse acreditado nisso, hoje não teríamos o seu legado ou o de muitas outras pessoas que fizeram grandes contribuições para o progresso da humanidade. Sim, o verdadeiro fracasso ocorre apenas quando não tentamos ou quando desprezamos a jornada e focamos apenas o objetivo.
“Um gênio é feito com 1% de talento e 99% de trabalho”.
-Albert Einstein-
5 – O poder de mudar o pensamento
“O mundo como o criamos é um processo do nosso pensamento. Não pode ser mudado sem mudarmos o nosso pensamento”.
-Albert Einstein-
Embora seja difícil de acreditar, a realidade que vemos, a forma como a percebemos, é muito influenciada pelas nossas experiências anteriores e pelos filtros, como o otimismo ou o pessimismo, que incorporamos com o passar do tempo à nossa forma de ver o mundo. Portanto, não adianta se queixar das circunstâncias, já que somos nós que temos que mudar o nosso pensamento e a nossa maneira de vê-las.
Sabendo disso, Albert Einstein nos permite refletir sobre todas as atitudes que nos fazem sentir à mercê das circunstâncias como se não tivéssemos nenhum controle sobre elas. Na realidade, todas as mudanças nascem dentro de nós. Temos um grande poder que não sabemos aproveitar.

Essas frases de Albert Einstein podem ajudá-lo se você estiver em um processo de crescimento pessoal, atravessando uma crise ou sentindo que está muito difícil seguir em frente. Refletir sobre cada uma delas irá ajudá-lo a abrir a sua mente e questionar tudo o que aprendeu até agora. Coloque-as em prática e experimente a vida de uma maneira muito mais enriquecedora.
“Todo mundo é um gênio, mas se você julgar um peixe pela sua capacidade de escalar uma árvore, passará toda a vida acreditando que é um inútil”.
-Albert Einstein-
amenteemaravilhosa

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Estar bem consigo mesmo é melhor do que estar bem com todo mundo



Olá pessoal!!
Entender que estar bem consigo mesmo é preferível a estar bem com todo mundo é um sinônimo de saúde e bem-estar. É como o aprendizado que se ganha depois de uma grande viagem onde, pouco a pouco, deixamos determinadas situações para trás para avançar leves, livres de cargas na mochila e pedras nos sapatos. É um despertar que nos permite levar a vida com mais honestidade.
No entanto, apesar de que na teoria parece fácil entender e essa ideia inclusive ofereça material suficiente para escrever mais de um livro sobre crescimento pessoal, pode-se dizer que, na prática, falhamos bastante nisso. Para entender melhor esse assunto daremos um pequeno exemplo sobre o qual refletir. Imagine que você está olhando por uma janela algo que acontece cada manhã na mesma hora. Ali está o vizinho, levando cada dia o seu pequeno vaso de planta para que receba de maneira regular a luz do sol. Ele faz isso com cuidado e absoluta dedicação: corta seus ramos, rega, coloca adubo… inclusive poderíamos dizer que ele proporciona carinho à planta.

“Quando você ama e respeita a si mesmo, a desaprovação de alguém não é nada a temer ou evitar”.
-Wayne Dyer-
É algo que chama muito a atenção por um fato em concreto. Nosso vizinho nunca pareceu um homem muito feliz, tem um trabalho do qual não gosta e é a típica pessoa que tenta agradar a todos. Sua resignada necessidade de satisfazer os outros faz dele uma marionete que é manipulada por qualquer pessoa: a família, os chefes, os amigos… Na verdade, eles puxam tanto os “fios” que eles começam a se desgastar: nosso jovem vizinho já sofreu a sua primeira ameaça de infarto.
Cada dia quando o observamos sair com o bonito e cuidado vaso de planta perguntamos por que ele não trata a si mesmo com a mesma dedicação e amor como faz com a sua pequena árvore. Estar bem consigo mesmo é algo que, sem dúvida, o vizinho deveria aprender a praticar, desistindo de algumas relações, alimentando a autoestima e procurando mais autenticidade com o fim de recuperar sua dignidade e bem-estar…
Estar bem consigo mesmo: questão de lógica e necessidade
Dizia Epiteto que “assim como quando caminhamos nós tentamos não pisar em um prego ou torcer o tornozelo, na vida deveríamos nos dirigir com a mesma atenção”, ou seja, evitando que outras pessoas nos prejudiquem, evitando incomodar os outros e nos protegendo de todo o mal. No entanto, em algumas ocasiões não fazemos isso: nos descuidamos de maneira perversa e proposital. Esquecemos que, quando uma pessoa deixa de estar bem consigo mesma para priorizar os outros, isso não é nada saudável.
Esquecemos, talvez, que tentar agradar a todos adiando as próprias necessidades não é logico nem recomendável. Assim, ao permitir que esse sacrifício nos faça sentir mal conosco por uma coisa ou outra, sentimos uma sensação de vazio, indecisão e frustração, o que é um preço extremamente alto a pagar.
Lembremos que aquilo que se cuida prospera, e o que se defende e se alimenta termina dando seus frutos. Então, algo que deveríamos refletir também é que existem momentos em que seria necessário deixar de lado os aspectos emocionais para fazer uso da razão. Separar o que sentimos e lembrar daquilo que necessitamos.
Somos conscientes de que a Inteligência Emocional tem muita influência na atualidade; no entanto, existem momentos bem concretos onde o pensamento mais lógico e racional é o que funciona melhor. A razão? É esse tipo de perspectiva mental a que mais nos incentiva a tomar decisões firmes para começar mudanças em prol do benefício próprio.

“Tudo vai dar certo no final. Se não deu certo, não é o fim”.
-John Lennon-
Erich Fromm dizia que as pessoas têm a sutil capacidade de viver em uma contradição constante. Isso faz com que, em algumas ocasiões, pensemos que se os outros são felizes, eu também sou feliz, que se eu digo a certa pessoa que apoio o que ela faz apesar de não ser verdade, eu vou conseguir a sua aprovação e indulgência e, consequentemente, isso vai me proporcionar bem-estar.
Dualidades semelhantes são destrutivas, são situações com um elevado custo emocional onde deveria prevalecer, antes de tudo, o sentido e a razão: se eu não gosto de algo, me afasto, se eu não concordo com alguma coisa, eu falo, se me prejudicarem, eu me defendo, se não sou feliz eu procuro conseguir isso do meu jeito.
O caminho para o bem-estar consigo mesmo
O caminho para estar bem consigo mesmo nasce do sentido de equilíbrio. Não é uma questão de praticar a autoindulgência e de nos priorizar praticamente em qualquer terreno, momento ou circunstância. O bem-estar mais saudável não deriva no narcisismo, senão na convivência saudável onde o indivíduo entende que para “ser” também precisa “deixar ser”.
Para conseguir isso, podemos refletir sobre as seguintes perspectivas. Cada uma delas requer uma adequada interiorização para poder ser integrada nas nossas vidas:
  • Autoconfiança: acreditar nos próprios recursos internos nos permite ser mais competentes na hora de tomar decisões, de avançar sabendo quem sim e quem não, o que precisamos em cada momento e como podemos alcançar esses objetivos.
  • Racionalizar os pensamentos. Quando deixamos de estar bem com nós mesmos isso se deve, quase sempre, a esse diálogo interno desgastante, crítico e negativo que constrói obstáculos para o nosso desenvolvimento pessoal. Aprendamos, portanto, a racionalizar o pensamento, a derrubar medos e a deixar de ser nossos próprios inimigos.
  • Sejamos amigos da vida: Em vez de querer ser “amigo de todo mundo”, de estar bem com todos para nos sentirmos aceitos, mudemos um pouco a perspectiva. Sejamos amigos da vida, sejamos abertos às oportunidades, ao otimismo, ao sentido da liberdade, e não ao da indulgência e da dependência alheia.
  • Descubra o potencial que existe em você: quando descobrimos nossos pontos fortes, quando aproveitamos nossas virtudes, capacidades e talentos, tudo em nós entra em harmonia. Sentimos nossa valentia para começar coisas sem depender dos outros, coisas que trazem satisfação e vão nos permitir avançar com um sentimento benigno.
Para finalizar, recordemos que ao estar bem consigo mesmo, o que o destino prepara começa a importar menos. No seu interior existe tanta energia, confiança e otimismo que nada poderá deter os seus passos. Não desperdicemos essa virtude que todos temos dentro de nós.
Fonte: amenteemaravilhosa
Saiba mais!!

5 traços das pessoas emocionalmente imaturas


O que caracteriza as pessoas emocionalmente imaturas? As questões da maturidade e imaturidade trazem consigo muitos mitos. As pessoas não admitem ser rotuladas ou analisadas por um único aspecto. Cada um de nós é um recipiente no qual se misturam diferentes formas de consciência: somos ignorantes e sábios, crianças e idosos, maduros e imaturos. Somos uma mistura, embora dependendo do momento algumas características se destaquem mais do que outras.
A imaturidade emocional pode ser definida como uma condição onde as pessoas não renunciaram aos seus desejos ou fantasias da infância. Acreditam que o mundo gira ao seu redor e está aí para satisfazer os seus desejos e fantasias, ou que a realidade deve se ajustar ao que elas desejam. Da mesma forma, a maturidade emocional pode ser definida como um estado de força e temperança que nos leva a comportamentos realistas e equilibrados.
“A maturidade começa a se manifestar quando sentimos que nos preocupamos mais com os outros do que com nós mesmos”. – Albert Einstein –
Mais do que uma definição abstrata, a maturidade ou imaturidade se mostra através de características de comportamento. Listamos aqui cinco características que são próprias das pessoas emocionalmente imaturas.
Traços das pessoas emocionalmente imaturas
1. Pessoas egocêntricas
Entender que o mundo não gira ao seu redor é um grande passo no processo da maturidade. O bebê não sabe disso. Então, ele pede para se alimentar às 2 da manhã e não se importa se isso afeta o sono dos pais. À medida que cresce, aprende a reconhecer que nem sempre consegue tudo o que quer, que as outras pessoas e o seu mundo também têm as suas necessidades.
O amadurecimento envolve sair da prisão de si mesmo e perder a ilusão que rodeia a vida de um bebê: basta pedir para que uma necessidade ou desejo seja satisfeito. Enquanto estamos perdendo gradualmente essa fantasia, também estamos nos tornando conscientes de uma bela possibilidade: a aventura de explorar o universo dos outros. Se tudo correr bem, aprenderemos a preservar o eu e chegaremos até você.
2. A dificuldade para assumir compromissos
Um sinal claro de imaturidade nas pessoas é a dificuldade de assumir compromissos. Para uma criança é muito difícil desistir do que deseja naquele momento para alcançar um objetivo a longo prazo. Se lhe dermos uma guloseima e lhe dissermos que se não a comer naquele momento ganhará mais uma, o desejo de comer a guloseima que tem na mão se imporá.
Através do processo de maturidade compreendemos que os sacrifícios e as restrições são necessárias para alcançarmos o sucesso. Comprometer-se com uma meta ou uma pessoa não é uma limitação da liberdade, mas uma condição para se projetar melhor a longo prazo. 
3. Tendência de culpar os outros
As crianças são dirigidas em grande parte da sua vida por outras pessoas, e não agem conforme a sua vontade. No entanto, elas estão em um processo de formação e inserção em uma cultura. Enquanto são pequenos, acreditam que o erro acarreta uma punição. Eles não se importam muito com os danos que causaram, mas com a punição ou as sanções que podem receber.
Crescer é abandonar esse doce estado de irresponsabilidade. Amadurecer é compreender que somos os únicos responsáveis pelo que fazemos ou deixamos de fazer. Reconheça os seus erros e aprenda com eles. Saiba reparar os danos que causou e aprenda a pedir perdão.
4. Estabelecer laços de dependência
Para as pessoas imaturas, os outros são um meio e não um fim em si mesmos. Não precisam dos outros porque os amam, mas os amam porque precisam deles. Dessa forma, eles costumam construir laços através da dependência.
Para estabelecer ligações com base na liberdade, somos obrigados a ter autonomia. No entanto, as pessoas emocionalmente imaturas não têm uma noção clara do que seja autonomia. Muitas vezes elas acreditam que satisfazer as suas vontades é um comportamento autônomo, mas para assumir as consequências dos seus atos, elas precisam dos outros para amortecer, esconder ou aliviar a sua responsabilidade.
5. A irresponsabilidade na gestão do dinheiro
A impulsividade é uma das características mais marcantes das pessoas imaturas. Uma impulsividade que se expressa frequentemente na forma como administram seus recursos, como por exemplo, o dinheiro. Assim, a fim de satisfazer os seus desejos imediatamente, compram o que não precisam com o dinheiro que não têm.
Às vezes elas embarcam em aventuras financeiras bizarras: não analisam objetivamente os investimentos e não conseguem avaliar as consequências a médio e longo prazo. Por isso, vivem sempre endividadas, somente para satisfazer todos os seus caprichos.
A pessoa não decide ser imatura. Todas essas características de imaturidade não surgem ou permanecem com a decisão consciente dos indivíduos. Quase sempre resultam das lacunas ou vazios sofridos na infância ou podem ser consequência de experiências infelizes que o impediram de evoluir. Se você é assim ou conhece alguém assim, não o julgue. Na verdade, o importante é perceber que impulsionar o seu próprio crescimento emocional pode levá-lo a uma vida melhor.
Fonte: amenteemaravilhosa

A lei do espelho



A lei do espelho: o que vê nos outros é na verdade seu reflexo
Na hora de construir cada passo de nosso crescimento pessoal focamos excessivamente em nosso interior, quando grande parte do que poderíamos aprender está na verdade no exterior ou em nosso entorno, quando de confiança. Várias lendas e mitos nos ensinam desde a antiguidade que o que vemos nos outros nos revela informações sagradas sobre nós mesmos: é como um espelho.
Muitos têm sido os estudos sobre psicologia pessoal que afirmam que o exterior atua como um espelho em nossa mente. Um espelho em que vemos refletidas diferentes qualidades, características e aspectos pessoais de nossa própria essência, de nosso ser mais primitivo.
Falamos de situações que frequentemente ocorrem em nosso dia a dia quando observamos algo que não gostamos nos outros e sentimento um certo desgosto, um descontentamento. Pois bem, estamos diante da lei do espelho. Esta estabelece que de algum modo esse aspecto que nos causa desgosto em determinada pessoa existe também em nosso interior. Por que isso ocorre desse modo? Explicaremos a seguir e daremos detalhes sobre sua função e a origem dessa lei.
“As pessoas só nos devolvem refletida a forma como nós somos.”-Laurent Gounelle-
O defeito que percebemos está no exterior ou em nós mesmos?
A lei do espelho estabelece que nosso inconsciente, ajudado pela projeção psicológica que realizamos durante esse momento, nos faz pensar que o defeito ou desagrado que percebemos nos outros existe somente “lá fora”, não em nós mesmos. A projeção psicológica é um mecanismo de defesa por meio do qual atribuímos a outras pessoas nossos sentimentos, pensamentos, crenças ou até mesmo ações próprias que são inaceitáveis para nós.
A projeção psicológica começa a atuar durante experiências que nos trazem algum tipo de conflito emocional, ou nos momentos em que nos sentimentos ameaçados, tanto interiormente quando exteriormente. Quando nossa mente entende que existe uma ameaça para nossa integridade tanto física quanto emocional, esta emite um sinal de rejeição para o exterior, projetando essas características e atribuindo as mesmas a um objeto ou sujeito externo que não nós mesmos. Assim, aparentemente colocamos a ameaça fora de nós.
As projeções acontecem tanto com as experiências negativas como com as experiências positivas. Nossa realidade é colocada para fora sem filtro no mundo exterior, construindo a verdade com nossas próprias características pessoais. Uma experiência típica da projeção psicológica acontece quando nos apaixonamos e atribuímos à pessoa amada certas características que na verdade só existem em nós mesmos.
Projetamos sobre o exterior nossa própria realidade
A lei do espelho se reflete quando afirmamos conhecer muito bem outras pessoas e, na verdade, o que fazemos é projetar sobre elas nossa própria realidade. Quando ocorre essa situação estamos colocando nossa visão projetada de nós mesmos sobre a imagem física da outra pessoa que é captada por nossos sentidos.
 

Ser consciente daquilo que projetamos nos outros nos permite descobrir como somos de verdade. Quando adquirimos o conhecimento desse mecanismo mental é fácil recuperar o controle sobre o que está acontecendo em nosso interior para que possamos fazer uso disso e trabalhar os aspectos que estão presentes em nós mas que não desejamos manter, ou que queremos transformar de algum modo.
É imprescindível lembrar que tudo o que chega para nós através de nossos sentidos já aceitamos como certo, sem reconhecer que muitas vezes ocorre interpretação e nossa subjetividade influencia a percepção. Vivemos de acordo com essa forma de perceber a realidade, acreditando em distorções negativas ou que nos geram mal-estar na hora de nos relacionarmos com as pessoas a nossa volta, inclusive com nós mesmos.
Se quisermos empregar esse recurso natural da psique – o projetar – de forma saudável e plena para obter um crescimento interior saudável, a meditação nos ajudará a traçar essa fronteira, facilitando o aprendizado de ver as coisas como elas realmente são. Sempre recordando a premissa que “observar diz mais sobre o observador do que sobre o que está sendo observado”.
“Mas eu o vi… Meu espírito sem calma era já de teu espírito um reflexo. Toda minha alma tomou o espaço da tua alma, e nela me vi como claro espelho”-Pedro Antonio de Alarcón-
Fonte: amenteemaravilhosa

3 medos que você precisa superar


Nesta era de mudanças aceleradoras, concorrência tremenda e complexidades esmagadoras, muitas vezes você deseja mostrar ao mundo a grande quantidade de potencial que você possui. No entanto, em algum lugar ao longo da linha, você não consegue reunir a coragem e a confiança necessárias. Você fica com medo, pensando no futuro imprevisível que você teria que enfrentar se você tomar algumas ações severas em seu presente.
Por que não queremos sair da nossa zona de conforto e alcançar a grandeza? Ao contrário da percepção comum, não gostamos de nos limitar a coisas fáceis, mas sim estamos com tanto medo de sair e enfrentar a incerteza, que nunca tentamos sair dela.
1. Medo do Desconhecido
De acordo com os estudos científicos, nossa mente humana é projetada para permanecer na sua zona de conforto e não tem permissão para se divertir. Esta é a razão pela qual temos que enfrentar uma grande resistência mentalmente ao pisar um caminho desconhecido. Mas também é um fato universal que nenhum excelente empreendedor já fez algo fora da caixa enquanto estava sentado no sofá, comendo batatas fritas e assistindo T.V. 
Se você quer ser bem-sucedido, então você precisa fazer o que Robert Frost diz: “Pegue a estrada menos percorrida”. Eu acredito que o conforto da facilidade é muito mais perigoso do que o medo do desconhecido. Transcenda seus medos, destrua seus limites e vá o mais longe possível para ver o que a vida tem para você.
“Muitas vezes, o pensamento do medo em si é maior que o que tememos.” – Idowu Koyenikan
2. Medo de Falhar
Esta é a razão mais comum para a cessação do progresso. Você nunca tenta chegar à frente de onde você está, porque você não quer perder o que ganhou. Ele sempre insinua o elemento “O que é” em sua mente. E se eu nunca pudesse ser melhor do que a pessoa que estava ao meu lado? E se eu tentar e eu falhar? E se eu perder tudo?
Eu acredito firmemente que você nunca pode se tornar a pessoa que você sonhou ser se você não tirar proveito das chances que a vida lhe apresenta regularmente. Você deve pensar sobre as oportunidades e não as obrigações. Você deve reconhecer o fato de que o fracasso é o trampolim para o sucesso e, portanto, você deve abraçá-lo. Se você quiser ser bem-sucedido, então, seja qual for a sua tarefa, certifique-se de entrar e, por favor, não conte o custo e apenas faça.
3. Medo do Sucesso
Subtítulo controverso? Possivelmente. Mas acho que é verdade. Muitas pessoas sabem que têm a capacidade de realizar uma tarefa específica, mas ainda não a fazem. Você sabe por quê? Porque eles não querem ficar sobrecarregadas com a pressão das expectativas futuras dos outros. Elas ficam petrificadas pensando nas altas expectativas que vêm com a gratificação de uma tarefa.
Agora, de verdade, você acha que pode chegar a grandes alturas apenas operando continuamente no mesmo nível? Você acha que Steve Jobs poderia ter feito o Iphone se não houvesse nenhuma pressão sobre ele para apresentar uma versão melhor dele toda vez que aparecesse no mercado? Qualquer pressão irá quebrá-lo, ou ele irá permitir-se ser o seu avanço.
“O sucesso não é o final, o fracasso não é fatal: é coragem para continuar que contar.” -Winston Churchill
Pitaco: Muitas vezes o que você quer está logo após o medo. Não permita que o medo roube os seus maiores objetivos.
Texto de Rahul Nair traduzido e adaptado por J. K. Rodrigues.
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