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Dicas para evitar a candidíase no verão


Olá pessoal!!
A candidíase é uma doença típica do verão, mas existe tratamento eficaz para combatê-la. Saiba quais são e os sintomas que ela apresenta.
Muitas mulheres sofrem com a candidíase no verão. Mas porque no verão aumenta os casos dessa infecção vaginal? Nessa época do ano elas são mais comuns porque a temperatura elevada contribui para a proliferação de bactérias e fungos presente na flora vaginal.
Essa região é quente e úmida e no verão as mulheres acabam tomando mais banhos de piscina e mar, permanecendo com o biquíni molhado por um tempo, levando assim, ao aumento de incidências de infecções.
Quais são os sintomas da candidíase?
A candidíase pode apresentar alguns sintomas variados em cada mulher. Entre eles:

  • Coceira na vulva e na vagina
  • Dispareunia ou dor ao urinar
  • Vermelhidão na região vulvar
  • Corrimento branco e de aspecto de leite talhado
  • Usar calcinhas de algodão
  • Evitar roupas apertadas e abuse das saias e vestidos, afinal, é verão
  • Dormir sem roupa, inclusive sem calcinha
  • Evitar o uso de absorventes diários
  • Jamais compartilhar roupas íntimas ou tolha de banho
  • Usar sabonete neutro para lavar roupas íntimas e deixá-las secar em local arejado
  • Optar por uma alimentação equilibrada para ter imunidade sempre alta
  • Gravidez
  • Imunidade baixa
  • Diabetes
  • Excesso de açúcar
  • A candidíase é uma infecção que pode acometer mulheres de todas as idades, inclusive as virgens;
  • Não existe comprovação em relação às formas de transmissão, porém, é recomendado manter a higiene íntima e dos banheiros;
  • Homens também podem ter a doença e nem sequer manifestar os sintomas, porém, os fungos não costumam sobreviver por muito tempo, já que o órgão masculino não fica abafado como o feminino;
  • Existe cura para o problema, mas ele pode voltar mais vezes durante o ano.

Como evitar a candidíase no verão
Além de saber que o uso prolongado do biquíni molhado, má higiene íntima e dos banheiros favorecem o crescimento dos fungos responsáveis pela candidíase, você também pode:
Veja também Dicas de como manter maiôs e biquínis sempre perfeitos


Quais os fatores que favorecem a candidíase?
Para complementar o que foi dito antes, alguns fatores podem contribuir com a candidíase. Eles são:
Qual o melhor tratamento para candidíase?
A primeira atitude a tomar, assim que perceber o problema, é agendar uma consulta com seu médico ginecologista. Ele fará o diagnóstico através de um exame clínico e poderá recomendar o uso de medicamentos antifúngicos e de pomadas vaginais.
Saiba que o tempo de tratamento varia conforme a ação do medicamento, podendo chegar até 14 dias com uso de pomadas distribuídas nos postos de saúde. Mas se você quiser um efeito mais rápido, converse com o seu médico para que ele prescreva as vendidas nas farmácias.
Elas chegam a ter um custo elevado, mas se você tiver convênio médico que tem parceria com farmácias, poderá economizar com os descontos oferecidos.
Faz bem saber
Veja alguns esclarecimentos sobre a candidíase e tire suas dúvidas:
Siga essas dicas para evitar candidíase e não sofra com o problema, aproveitando mais o verão!

Saiba  mais aqui!

Dicas de como comprar e usar calcinhas corretamente

Quem disse que só porque ela não aparece, não deve ser escolhida com cuidado? A calcinha, companheira diária da mulher, deve sim receber atenção especial na hora da escolha. Cada tipo de corpo ou situação pede um modelo diferente.
Na hora de provocar naquele vestido mais justo, prefira as lingeries que não deixam marcas aparentes.
Agora se o look for transparente, melhor preferir modelagem básica, sem rendas ou bordados. Prefira também os tons de pele.
Para uma festa, escolha os modelos altos, com reforços e tecidos fortes. Além de comprimir o abdômen e reduzir medidas, estes modelos ainda moldam a silhueta.
Calcinha ideal para a saúde íntima
Modelo: O ideal é optar sempre por um modelo confortável, que não fique pegando em nenhuma parte, como a calcinha fio dental, por exemplo. A parte de trás desse tipo de peça íntima fica em contato direto com a pele, o que pode causar assaduras.
Elásticos: Se os elásticos da calcinha forem muito apertados, a pele vai ficar marcada, dolorida e as circulações sanguínea e linfática podem ser comprometidas. Se você estiver saudável, a circulação se restaurará rapidamente, mas os machucados na pele podem ficar por mais tempo.
Tamanho: Compre sempre calcinhas do tamanho perfeito para você. Além de desconfortáveis, calcinhas apertadas demais não vão deixar a pele respirar como deveria e podem comprimir os vasos linfáticos, causando celulite. Calcinhas largas, por sua vez, não vão te dar a segurança nem proteger a sua área íntima do atrito da calça jeans, por exemplo.
Cores: Algumas pessoas podem ter alergia a pigmentos usados para deixar as roupas coloridas. Se esse for seu caso, o ideal é optar por tecidos brancos, sem coloração. Lavar as roupas até que elas parem de soltar tinta também pode ajudar.
Tecido: Provavelmente você já ouviu do seu ginecologista que o ideal é usar calcinhas de algodão, mas você sabe o porquê? O motivo é a passagem de ar que o tecido permite, evitando que a vulva fique abafada e úmida, o que pode desequilibrar seu pH vaginal e permitir que micro-organismos oportunistas, como a Candida albicans, se prolifere e cause infecções. Os tecidos que mais causam irritação são os sintéticos, como o elastano e a renda.
Higienização: Ao contrário do que se imagina, lavar calcinha com amaciantes e alvejantes não é a melhor opção para deixa-las completamente limpa. Os resquícios desses produtos que ficam na peça podem gerar irritação na região íntima. Use sabão neutro, lave à mão, deixe secar em local arejado e passe a ferro, pois a temperatura ajuda a eliminar micro-organismos.
Ao escolher o visual é preciso pensar na calcinha sim. As muito apertadas marcam e fazem aparecer as gordurinhas. As muito largas prejudicam o caimento. Para roupas justas ou tecidos fluídos, o ideal é escolher modelos fio-dental. Para calças jeans, basta que o modelo e o tamanho sejam adequados ao seu biótipo.
Confira abaixo algumas dicas:
Quadril largo: Escolha calcinhas que não marquem. As ideais são as de laterais mais largas, que deem boa cobertura dos lados.
Quadril médio: Esse quadril se adapta aos vários tipos de modelagens de calcinhas, desde tangas a modelagens hipster (cintura baixa e lateral larga).
Quadril estreito: Podem usar várias modelagens, desde as string, super confortáveis e que não marcam o bumbum, até as cavadas, as de cintura baixa e as hipster.
Com culote: Se você tem culote, precisa de uma calcinha que modele os quadris com laterais largas em tecidos fortes e resistentes. As bermudas redutoras também ajudam a modelar sem apertar e ainda comprimem abdômen e coxas.
Barriga saliente: Prefira calcinhas de cintura alta, com reforços adicionais em tecidos fortes e resistentes.
Cintura larga, gordura localizada e estômago alto: Procure calcinhas de cintura alta, com reforços adicionais em tecidos fortes e resistentes. Invista nas bermudas modeladoras de cintura alta – elas ajudam a modelar sem apertar.
Cintura larga, gordura localizada e culote: Aposte nos modeladores. Eles têm reforços adicionais e permitem compressão ideal na área do abdômen e costas. Dependendo do tipo, eles modelam até a região do seio.
Pitaco: Agora você já sabe, dar atenção especial no momento de escolher a calcinha, é tão importante quanto à escolha do look, pois ela faz parte dele.